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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tudo muda o tempo todo

Vim aprovar o comentário da minha amada amiga Flávia e me dei conta que tem 1 mês que eu não passo por aqui... Nem para visitar os blogs amigos...
Um mês... Qta coisa pode acontecer. Qta coisa aconteceu...
.
.
.
Nem sei do que quero lembrar, do que quero esquecer...
Essa semana não está sendo fácil... Segunda feira, uma amiga mt próxima perdeu o pai... Vivemos momentos difíceis, fortes emoções.
Na terça eu sofri uma "perda", uma grande decepção que deixou um buraco imenso dentro do meu peito e uma ferida aberta, que me provoca dor física e ao mesmo tempo de forma impressionante "não dói" ou tamanha a dor que eu me sinto anestesiada, ainda incrédula... É algo que eu ainda não havia experimentado, é novo e não sei em que isso vai se transformar...
Mas, posso dizer que "estou bem"... Me curando sozinha, como deve ser, como sempre foi.

Nada é por acaso na vida da gente... Eu sei que precisava passar por tudo que passei para aprender e tentar ser o que quero ser: Alguém melhor.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pausa, ou melhor, despausa para falar de amor...

Platão, por Gabriel Chalita...

"Não há amor Eros quando apenas um ultrapassa a margem do rio. O banho não é solitário. E não é inteligente jogar água em quem não quer se molhar. A distância é longa, e por mais que um esteja enxaguado e se aproxime, a contragosto do outro, a água será incômodo, e não alívio. Sensação desagradável. Os pingos servirão para afastar ainda mais quem não quer. Porque quem quer há de entrar nas águas abundantes de uma cachoeira cristalina. Sem esconderijos. Aí sim. O milagre do encontro acontece, e os dizeres ganharão outro significado. Mas será recíproco. Nem que seja provisório. É o conhecimento da nova vida com suas saliências e reentrâncias, com seus sabores e estranhamentos. Mas vão os dois. Não um implorando ao outro.”



Li esse texto essa semana. Gostei muito e achei oportuno para o momento que estou vivendo. A metáfora que ele usa no texto é perfeita... As vezes o sujeito quer viver um amor e mergulha com vontade, mas esse mergulho não pode ser sozinho, se não for vontade de ambos, algo que era pra ser agradável se torna um desconforto.
Nesses casos é mais inteligente se afastar, silenciar até que o par esteja pronto e com desejo de se entregar e se aventurar, ou até encontrar outro par com os mesmos anseios.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

"Dê a quem você ama:

Asas para voar,
raízes para voltar e
motivos para ficar."
- Dalai Lama

sábado, 9 de julho de 2011

Aniversário do Blog


Três anos!!!
Eu sei que ele tá "abandonado"... Mas foi tanta coisa nova no último mês que eu ainda não consegui me encontrar pra escrever, pra compartilhar...
Quem sabe eu volto pra compartilhar o que anda acontecendo comigo... Eu ultimamente sei mais sentir do que pensar... Não tô escrevendo nada... No tempo livre eu só quero namorar, sair, passear, curtir ou ficar quietinha sentindo a companhia de alguém mt especial que chegou em minha vida e tem feito mt bem...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Blog "abandonado"

Esse blog está abandonado por 15 dias e eu venho justificar... É que nos últimos dias eu vivi fortes emoções e estive ocupada demais pra pensar em escrever...
Pensar eu pensei bastante, mas não passei por aqui, nem pra visitar os blogs amigos. Pois minha cabeça estava ocupada e focada em algo que me preocupou e ainda me ocupa.
Numa "confusão" que eu comecei resolver sábado e que mexeu com meus neurônios. Deixando-me ontem com a sensação de que estava perdendo minha identidade.
Hoje eu senti vontade de dar socos em algumas pessoas e parando para analisar tudo, lembrei que tô na TPM.
E TPM as vezes é assim, deixa as coisas maiores e mais importantes do que realmente são.

Enfim, o que era uma atualização forçada, virou uma post meio sem sentido. É que o assunto da "confusão" é para o blog privado, e nem lá eu tô a fim de escrever.

Conclusão de hoje:
O que importa é quem eu sou e o que eu quero. Agora, eu só quero paz!

Posso sair prejudicada no final, mas não vou me arrepender.
Eu me cuido
me perco, me acho
Me firo, me curo
Faço da minha briga meu abrigo.


PS* Sexta passada meu corpo ganhou uma nova tatoo. Mais uma, essa pegou costas/costelas, mt dolorida por sinal.
(Só pra constar)

domingo, 22 de maio de 2011

Eu "paro" aqui

Deixo o tempo passar e dizer o que vai acontecer

Pensando no que minha querida Flávia me disse sexta a noite depois de ouvir minhas confissões:
 "As circunstâncias são como um colchão: Se você está por baixo é sufocada, se está por cima, descansa."


Tô pensando tanto nisso. 

Chega de deixar as coisas me atropelarem... 
Quero estar por cima de tudo dessa vez!

Um suspiro longo agora, e me sinto assim:
descansando...

terça-feira, 5 de abril de 2011

A vida é feita de escolhas


Cada escolha que fazemos nos leva a caminhos diferentes.
Essa semana eu pensei mt nisso. Qd soube que um ex affair meu vai ser papai... Me senti tão estranha, senti uma pontinha de dor, pois ele me pediu um filho tantas vezes e eu tinha mt medo, não conseguia confiar nele, mesmo ele sendo tão "perfeito" comigo, eu tinha medo. Como diz o ditado: "quando a esmola é demais o santo desconfia".
Em um momento da nossa relação eu encontrei outra pessoa e tive que fazer a escolha. Escolhi ficar com o outro e foi uma péssima decisão...
Essa semana eu soube que ele vai ser pai, que vai ter um filho esse mês... Entao eu pensei que se nao tivesse terminado com ele pra ficar com outro poderiamos estar juntos, poderia ser eu a ter um bebê... ou não... Como posso saber?
Quando disse não para ele, naquele momento eu mudava o curso de nossas vidas.
Tive uma grande decepção  com o outro, mas coisas boas vieram depois, que provavelmente não teriam acontecido se eu me casasse com o primeiro.
A verdade é que quando escolhemos uma coisa, abrimos mão de outra e não tem como saber como seria se tivessemos escolhido diferente...
Mesmo sabendo disso, acho que em algum momento nós nos questionamos se fizemos a escolha certa e como seria se tivessemos seguido outro caminho...
Depois de pensar, de me "arrepender" por um momento algumas vezes, eu termino achando que tudo foi como tinha que ser... E apesar de nossas decisões nos levarem a diversos caminhos e possibilidades, as vezes eu tenho a impressão que não temos tanto poder e não decidimos e controlamos tanto como pensamos...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Pegue o vestido estampado, guarde pro carnaval



Estranho, mas a sensação de término é tão boa... É uma sensação de final feliz que "só eu" posso entender.
Apesar de já ter "acabado" tantas vezes, eu sempre ficava com um certo medo do amanhã. Do que eu ia sentir depois. Isso porque eu não acreditava em mim mesma. Decidia racionalmente que acabou, mas as vezes o coração toma rumo próprio e apesar da decisão e dos sentimentos confusos, algo continuava vivo dentro de mim, eu sabia. Se não soubesse na hora, viria a tona depois. Fato.


Tem um tempo que eu decidi que acabou e até percebi que o sentimento já não estava do mesmo jeito dentro de mim.


Acontece que o último capítulo da nossa história me deixou tão chateada. A gente começou a escrever tão bem esse capítulo especial, mas o mocinho conseguiu estragar TUDO de uma forma tão surpreendente que a mocinha ao final já não o reconheceu.


Ela foi embora com a cabeça erguida, e certa que estava tudo acabado. Mas ela sabia que era só  mais uma "daquelas certezas". 
Acabado uma ova. Porque ela esperava ansiosa o momento que ele iria procurá-la, só pra poder ignora-lo com vontade.


Mas o tempo passou. Quase dois meses e ele não a procurou. Sumiu. 
Ela ficou com a sensação de que foi ignorada, quando era ela que deveria fazer isso. 
Pensou até que o sujeito deve ter tido uma "overdose" dela no último capítulo e talvez nem a procurasse mais.


Melhor assim.


Melhor nada. Porque isso de vez enquando perturbava ela. 


Mas essa vida é uma caixinha de surpresas e as vezes as histórias tendenciosamente se repetem, principalmente quando os personagens são os mesmos. Fica tudo igual. Porque algumas pessoas são "incorríveis", não mudam.


Para surpresa da mocinha. Num belo dia, quando ela estava feliz, otimista, com ótimos pressentimentos... Ele apareceu. Quase dois meses depois, ele apareceu. Deu o primeiro passo na direção dela, novamente.
Overdose dela? Parece que não. Pelo menos ele não morreu. Continua vivo e igual.
E por incrível que pareça com o mesmo papo furado, a mesma cara de pau.


E isso foi bom. Foi necessário pra ela ter a certeza que ele nunca foi o bom moço que pareceu. Que ela foi bem ingênua por acreditar nisso, por deixar-se seduzir pelo jeitinho meigo e apaixonado dele.
Duas características dele começaram a saltar diante dos olhos dela. Dois defeitos que ela não quer e não aceita em alguém pra se relacionar.
Egoísta e covarde.


E foi assim que ela se sentiu livre de verdade. 
Viu que acabou, que passou e não ficou triste por isso.
Percebeu que não quer isso mais e não teve medo do amanhã.
Porque dessa vez não foi uma decisão racional.
É o coração que tá falando mais alto.
Como sempre fala na vida dela.


Ela ficou surpresa e feliz!


"Pegue o vestido estampado, guarde pro carnaval
Guarde que eu nunca te quis mal
Até o feriado quarta feira de cinzas e ta tudo acabado"
Ana Carolina

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

O que anda acontecendo aqui?

Ontem eu fiquei um tempo tentando definir o que eu estou sentindo...
E eu não soube explicar exatamente...
Só sei que muita coisa mudou...
E algo que era tão grande e tão forte e ocupava um espaço tão grande dentro de mim, foi embora...

Não foi de repente, eu sei...
Mas hoje, ou ontem, nem sei, me dei conta disso...

O espaço que o sentimento ocupava era grande...
Ele foi embora, mas não ficou o vazio pressuposto.
Eu fiquei tentando entender o que está lá no lugar daquele sentimento pra eu não estar sentindo o vazio...
Pra eu não ter percebido que passou, que ele foi embora, me deixou.
Pra eu só ter me dado conta agora de que ele não está mais aqui dentro de mim...
Deve ser o amor por mim mesma que tá ocupando tanto espaço, o cuidar de mim mesma, como só eu posso fazer...

Mas tem algo além disso.
É força divina, eu sei.
É Deus por mim, comigo e em mim.

É também o meu trabalho ou minha relação intensa com ele que me consome, me desgasta, mas me faz sentir tão capaz também.
Ah! O meu trabalho... Essa relação de amor e "ódio" com o meu trabalho é um assunto para outro texto.

E aquele amor?...

"Eu não sei
onde eu deixei
ou se alguém veio roubar
aquele sonho que sonhei
já não sei onde andará" 
(Maria Gadu)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Estou indo

Amanhã estou indo pra São João del Rey.
Tá tudo pronto. Tudo preparado. Só mais uns detalhes amanhã de manhã (depilação e manicure).
A mala tá pronta. As roupas, sapatos e maquiagens pensadas, testadas e aprovadas.
Queria poder registrar tudinho. Cada evento. Cada momento.
Mas minha câmera está com um probleminha... e não vou poder garantir as fotografias.
Mas vai ficar tudo aqui dentro. Como sempre fica.

PS* Não é amanhã! É hojeeeeeeeeeeeeeeeee.
Vou dormir um pouco.
É hojeeeee!


PS² Flávia (Mendonça) querida, eu sei que vc acompanha esse blog.
Não queira me matar. Não queira me encontrar pra poder bater a minha cabeça na parede.
Eu sei o que estou fazendo. Está tudo bem.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Só damos valor ao que temos, depois que perdemos

Sábado eu assisti o filme Shrek Para Sempre.
Eu sou fã do Shrek e estou apaixonada pelo cinema 3D. Então... a combinação foi perfeita!
A minha primeira experiência no cinema 3D foi em maio quando assisti Alice no país das maravilhas. Fiquei igual criança no cinema.
Sábado eu aproveitei que estava em São Paulo (aqui onde moro não tem nenhuma sala 3D) e não perdi a oportunidade .

Foi uma ótima tarde, com direito a  shopp, lanche do Mc Donald's, filme... e em ótima companhia...

A lição que esse filme me trouxe, curiosamente foi sobre algo que, sem saber do filme, eu comentei com minha amiga na véspera.
Ela está planejando se casar e quando eu perguntei se ela ama o namorado, ela respondeu que não sabe e depois completou "Sei lá o que é amar...". Então eu disse que talvez ela saberia responder se o perdesse, pq algumas vezes a gente só dá valor depois que perde. Aí ela concordou e se lembrou de uma vez que terminou com o namorado e percebeu que gostava dele de verdade.
Pois as vezes é bom pensar nisso... Eu sei que sou assim... As vezes não consigo enxergar tudo que tenho, nem o quanto certas pessoas são importantes pra mim.. Mas quando a gente perde, ou pensa que poderia perder o que tem... aí percebe o quanto é importante pra nós.
E quantas vezes namorei alguém que não soube dar valor a minha companhia e depois que perdeu correu atrás tentando me resgatar?

Foi o que aconteceu com o Shrek. Era feliz e tinha tudo o que sempre quis, mas depois entendiado com a rotina desapercebeu-se disso. Então precisou experimentar perder o que conquistou, para enxergar o que tinha.
Com o Shrek foi possível experimentar perder e recuperar, desfazendo o feitiço com o beijo do verdadeiro amor, que não foi tão fácil assim resgatar... mas foi possível. Na vida real nem sempre isso é possível...
Portanto é melhor abrir os olhos e enxergar o que temos ao nosso lado e o valor das pessoas que temos...
Pra depois não apropriar-se do clichê "Eu era feliz e não sabia" ou "Só depois que a gente perde é que dá valor".

domingo, 11 de julho de 2010

Amor é outra coisa

12 ótimas frases do Twitter na linha Amor É Outra Coisa
( Publicadas na edição de julho da revista Gloss)

1. O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta.

2. O amor não te deixa sem chão, o nome disso é cratera.

3. O amor não te deixa quente e te leva pra cama. O nome disso é dengue.

4. O amor não retribui suas declarações. O nome disso é restituição de imposto de renda.

5. O amor não leva teu café da manhã na cama e ainda dá na boquinha. O nome disso é enfermeira.

6. O amor não te faz olhar pro céu e ver tudo colorido. O nome disso é fogos de artifício.

7. O amor não te liberta. O nome disso é alvará de soltura.

8. O amor não te dá a chance de mudar o que está diante de você. O nome disso é controle remoto.

9. O amor não te faz arder em chamas. O nome disso é combustão instantânea.

10. O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez.

11. O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é campanha eleitoral.

12. O amor não é aquela coisa brega, mas que te remexe todo. O nome disso é Banda Calypso.

domingo, 4 de julho de 2010

Passou! Passei!

Como tudo passa... A apresentação da monografia tb passou.
Foi tudo bem! Fui aprovada!

Não só isso passou... Mas outras coisas parecem estar passando ou se quebrando aqui dentro...

Eu pretendia voltar ontem de São João... Mas resolvi ficar, para rever minhas ex futuras tias (tias do Rui) pessoas que tem tanto carinho por mim e que eu gosto tanto...

E aí, nós (Rui e eu) acabamos saindo. E passando todo o tempo juntos até hoje a noite.

O encontro começou perfeito ontem. Com ele me buscando para irmos a missa. A sensação era de reviver velhos tempos... De qdo íamos a missa juntos...
A diferença é que antes eu "não era católica".
Nunca falei aqui sobre minha conversão, nem falo tanto sobre minha vida pessoal, mas já que comecei a falar... O Rui teve um papel importante nesse processo. Foi para acompanhá-lo que eu comecei ir a missa.

Mas ontem foi diferente... Foi a primeira missa que assistimos juntos, depois da minha primeira eucaristia.
E foi na mesma igreja que eu assisti a primeira missa com ele. Uma igreja histórica, linda... No centro histórico de São João del Rei...
E assim "sem planejar", nós chegamos a igreja juntos. E na hora da paz de Cristo, ele me cumprimentou com um selinho (como da primeira vez que estive ali com ele) e comungamos juntos. Foi um momento mágico e especial na nossa história. E eu já tinha tido essa visão... Só não sabia qd e nem como. não imaginava que seria ontem. Senti a mão de Deus sobre nós naquele momento.

Depois da missa, pegamos a mãe dele e a tia, saimos em família pra comer uma pizza e depois saimos só nós dois. No final acabei dormindo na casa dele e passei o dia com eles hoje... Como nos velhos tempos!

Foi bom... foi diferente de todos os outros encontros pós término de namoro.
Ficamos como "bons namorados", não discutimos a nossa relação, não teve cobranças... Apenas nos curtimos...

Mas eu senti que algo se quebrou... Se perdeu...
Antes desse encontro eu estava inquieta, queria vê-lo.
Agora meu coração sossegou... E eu consigo ver claramente que eu não vou sentir saudade desse Rui que passou o final de semana comigo. Eu sentia falta de um Rui que "não existe mais"... E não quero mais me prender a uma fase que passou...

Eu sei... Eu já aprendi que Nunca Mais é mt tempo... Por isso não estou dizendo NUNCA MAIS, e acabou...
Nunca Mais é muito tempo e o Para Sempre, sempre acaba... Eu já entendi!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

TPM dupla

Tensão pré menstrual e pré monografia (apresentação).

To indo pra São João daqui a pouco.
Sem paciência, inquieta... sentindo um monte de coisa ao mesmo tempo...

Passa logo... passa logo...
...Quero tantas coisas... e ao mesmo tempo tudo tão simples... tão pouco!

sábado, 12 de junho de 2010

Oi?

terça-feira, 1 de junho de 2010

Meu loooongo e emocionante final de semana

Eu queria poder escrever tuuuudo aqui. Não pra dividir com o mundo, mas pra deixar registrado tudo o que aconteceu nesse final de semana...
Foi tanta coisa, e tanta emoção... Que as vezes não dá pra acreditar, o qt minha vida é "louca" e cheia de surpresas!

Mas eu não tenho tempo... Cheguei ontem a noite, cansada... Nem descarreguei as fotos do final de semana.
Voltei ao trabalho hoje.

Foi ótimo rever todo mundo. Meus alunos e ex alunos tb, lindos, queridos, me receberam com flores, rosas, cartinhas e mts abraços!
Foto durante o almoço de domingo          
Massss... Esse poste é pra falar do final de semana né?
Então vamos lá....

Sábado eu encontrei meu orientador e até que enfim ele me deu um feed back sobre meu trabalho.
Elogiou bastante, disse que até poderia dizer que está pronto, mas fez várias observações e disse que é bom eu melhorá-lo...
Eu to pensando em qd vou fazer isso... Já que essa semana mal começou e parece estar "acabando", visto termos um feriado prolongado e eu já ter uma viagem mais ou menos programada!

O sábado começou com uma surpresa... Com a ligação de um antigo/ex affair perguntando onde eu estava e se poderia me ver, pois ele estava com um tempinho livre e voaria até mim para tomarmos um café...
(Eu retomei contato com essa pessoa na segunda feira e o mesmo me disse que se tivesse um avião disponível viria me ver no final de semana. Ficou de ligar no dia seguinte para combinarmos. Não ligou. Não coloquei fé.)

Mas para minha surpresa, ele saiu do Rio e em 40minutos estava em São João del Rei.
Simples assim. Eu não o via há uns 3 anos. Ele continua igual. Gostei de reecontrá-lo. Foi um café mt agradável. Segundo ele, eu estou ainda mais linda! Na idade mais linda de uma mulher... É claro que fiquei envaidecida, não só pelos elogios. Mas pela atitude, pela demonstração de interesse.

Não ficou muito e voltou ao Rio. Tinha um compromisso lá, mas prometeu voltar num avião menor, acrobático para passearmos.

Fiquei leve, feliz...

E meu dia continuou.
Visitei a Josie. Conheci o Mateus. É lindo e é a cara do tio, não se pode negar.

A noite saí com amigas para assistir pela segunda vez o espetáculo Terra de Livres. Maravilhoso!
Meu sexto sentido me dizia algo... E... quem eu encontro acompanhando o espetáculo?
O tio do Mateus.
Conversamos... Ele me levou em casa... E eu não tava sentindo "nada"... Mas bastou um abraço, um toque... Pra acordar (se é que estava adormecido) tudo...

Eu não sei explicar. Mas NUNCA senti isso por ninguém, essa sintonia, essa química, não existe palavra que traduza, mas ele sabe exatamente o que é, pois sente o mesmo.
Anossa música é: Pq eu sei que é amor.
A gente sabe que é. Pq é forte demais. Tem "tanto tempo" que estamos "separados", mas não nos esquecemos, sentimos falta um do outro e qd nos encontramos tudo continua "igual".

E depois que esse momento passa, tb continua tudo igual e eu continuo achando que não é a hora de reatarmos. Contraditório. E trágico seria se eu não estivesse tão bem comigo mesma, tão feliz, livre, leve e solta...

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Intuição

E não é que eu estava certa?
Hoje pela manhã eu "soube" que o meu sentimento de ontem estava certo...
Essa minha intuição não costuma me enganar...

E agora vou terminar de me aprontar pq daqui a pouco estou no ônibus... Não vou longe... Mas não vou passar o final de semana em casa...

Tenho encontro com meu orientador amanhã e é claro vou aproveitar a noite e o final de semana em São João. :)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Saudade

No final da aula de body attack na academia...
A última música que sempre é mais lenta, para fazermos os abdominais e alongamentos, foi I'm Yours.
Eu adoro essa música!

E de repente me veio um sentimento bom... Uma saudade... Como eu não sentia há muitos dias...
Só saudade... Nada mais...
E foi de um jeito especial, q eu não sinto sempre... Mas a minha intuição dizendo que eu não estava sentindo sozinha... E aí eu lembrei da frase do Rubem Alves que define saudade de um jeito tão lindo:

"A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar."


Fica aqui o video com a tradução da música que pode ter sido a desencadeadora dessa súbita saudade...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Confidências

Engraçado o que me aconteceu durante essa última viagem.
Uma conversa com um ex namorado, de tanto tempo... Tipo uns 4 anos que não rola mais nada. Página virada da minha vida. Pedidos de desculpas, perdão, reconhecimento e arrependimentos... "segunda" chance. Cena de novela.
Depois de tanto tempo eu não esperava por isso. E na hora até fiquei me questionando pq lavar essa roupa suja agora, tanto tempo depois.

Esse relacionamento foi uma droga na minha vida. Num tempo que eu tinha uma verdadeira dependência emocional e me submetia a torturas psicológicas num tipo de masoquismo sem fim... Foram quase 3 anos assim, "perdendo" meu tempo, passando mals momentos, me apegando aos poucos bons momentos que tivemos e a espera de algum momento legal ao lado de algúem que eu achava que amava ou amava mesmo, sei lá, isso não importa mais.

Até que um dia eu cansei... Demorou, mais eu cansei... E foi numa páscoa, depois de mais uma decepção que eu chorei a noite toda, sozinha no quarto enquanto ele dormia no sofá, e decretei: "Nunca mais você coloca as mãos em mim!"
E isso eu disse para mim mesma. Não adiantava prometer para ninguém. Ninguém mais acreditava em mim. Nem ele.
Mas eu cumpri.
No dia seguinte fui embora e NUNCA MAIS eu voltei.

Acho que ninguém morre de amor, por perder ou ter que matar um amor (matar o sentimento e não a pessoa, óbvio). E aquilo não era amor. Era uma doença. Um cancer que me corroeu, deixou marcas, mas não me matou.
Fiquei triste, desiludida por um tempo... Não por muito tempo e passou. Comprovando o clichê: "- Tudo passa..."

Logo meu coração estava aberto para amar novamente. E eu conheci outras pessoas, tive outros namorados, me decepcionei outras vezes. Mas quando estive insastifeita, nunca mais permiti que as coisas fossem tão longe, apesar de continuar com certa dificuldade de saber a hora de dizer adeus e depois, na maioria das vezes achar que eu "insisto" demais, dou chances demais.
Enfim, as vezes penso que é melhor tentar do que depois ficar arrependida pensando que eu poderia ter tido mais paciência, ter sido mais tolerante.

Eu não gosto de falar coisas tão pessoais aqui, mas agora me deu vontade... E sobre esse relacionamento, numa época que eu era tão inocente, tão imatura emocionalmente, eu aprendi que algumas pessoas não merecem uma segunda chance. Eu dei várias e nunca foi suficiente. E agora ele me pede mais uma e diz que me tornei uma pessoa fria. Isso eu nem preciso comentar. Sou ainda tão sentimental... Mas aprendi que aqui no meu coração o território é sagrado e para entrar tem que tirar as sandálias antes.

E hoje eu vejo que o tempo cura tudo e a gente precisa aprender a cuidar da gente, que no final é cada um por si mesmo.
E foi bom, no sentido que amadureci e talvez só tenha me tornado a mulher que sou hoje por ter passado por tudo o que passei...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Ele quem mesmo?

Crônica  de Marta Medeiros

Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo “olha, não dá mais”. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo,mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo?


Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu “mas agora eu to comendo um lanche com amigos”. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não voltava pra mim?


Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia.


Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito. Decidi ser uma mulher mais feliz, afinal, quando você é feliz com você mesma, você não põe toda a sua felicidade no outro e tudo fica mais leve. Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu.



Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos e filha única Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que eu tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim. Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.


Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris.


Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.



O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele. Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher que eu acabei me tornando mulher demais para ele.
Ele quem mesmo?
 
OBS* O grifo é meu.
 
PS*

No momento estou em férias, viajando, ocupada vivendo a minha vida (desconfio que estou no caminho certo, fazendo isso)... Mas "não sei porque" sexta-feira (30/04/2010) depois de perder meu precioso tempo olhando orkuts alheios, "analisando" idiotices e criancices sem fim, comecei a falar para mim mesmo mais uma vez: "- Pára de se ocupar e preocupar com o outro, com o que  "independe" de vc Jane! Continue vivendo a sua vida como tem feito e sendo feliz!"
.... Me deu vontade de programar esse post com essa bela crônica da Martha Medeiros.