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segunda-feira, 21 de março de 2011

SER CHIQUE SEMPRE

GLÓRIA KALIL


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo
carro Italiano.
O que faz uma  pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é  quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se
tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, 
não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.

É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona

e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, 
ainda que você seja o homenageado da noite!
Mas  para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!


Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas amor e fé nos tornam humanos!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

23º inverno cultural da UFSJ - 17 a 31 de julho de 2010

O Inverno Cultural é um festival de arte e cultura promovido pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Realizado durante o mês de julho, desde 1988, é o maior programa de extensão da universidade e consolida sua vocação extensionista através de oficinas, exposições, lançamentos de livros, seminários, espetáculos de natureza diversa e shows, compondo um rico repertório e linguagens múltiplas da arte e da cultura. O evento vem se consolidando através da promoção, incentivo e revitalização das várias formas de manifestações artístico-culturais, tornando-se, desde as primeiras edições, referência cultural na região dos Campos das Vertentes.


Eu tive a maravilhosa experiência de ser monitora no 21º Inverno Cultural (2008), meu último ano de graduação nessa Universidade que eu tanto amo.

Amanhã começa o 23º Inverno Cultural da UFSJ.

Paisagens Sonoras: ouvir, ver e sentir é o tema esse ano.
Além das oficinas em diversas áreas (Artes Cênicas, Arte-educação, Artes Plásticas, Artes Visuais, Literatura, Música e outros), o evento promove alguns shows. Esse ano teremos Rita Lee (amanhã), Marcelo D2 (na próxima sexta-feira), Arnaldo Antunes (dia 30/07) entre outros.

A programação pode ser encontrada aqui.
Vale a pena conferir!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

São Paulo

Dois dias que passei em São Paulo consegui sair, conhecer lugares novos e mt legais... Me distraí, me diverti... Refleti, me encontrei e me perdi... Foi bom...

Sábado, depois do casamento da Rô, eu encontrei um "amigo" e ele me levou em um bar que fica na Vila Madalena, chamado Piratinga. Eu fiquei encantada com o lugar... Como se estivesse no cenário de algum filme... Como se estivesse respirando cultura ali.

Sobre o bar:
Piratininga é uma homenagem ao primeiro nome da cidade, São Paulo de Piratininga. Fundado em 1.992, numa casinha centenária eleita uma das mais belas e conservadas fachadas pela Folha de São Paulo e Clube dos Arquitetos de São Paulo, em 1.997.
Ao criar o Piratininga, foi criado também um conceito, não só uma identidade. O bar na Vila Madalena preserva os tempos áureos e as pessoas que marcaram época. Em suas paredes estão afixadas fotos da construção da Catedral da Sé e de Adoniran Barbosa. O pequeno Piratininga foi o primeiro a trabalhar com chope na Vila, nem entrega havia na época, os barris de chope eram retirados na Companhia Brahma todos os dias.
Uma cafeteira antiga foi transformada em chopeira, foi o primeiro a ter um piano com trios variados de músicos instrumentais numa época em que só havia barzinho de banquinho e violão. Há 14 anos ininterruptos, sem fechar, pioneiro na iniciação de Bares Temáticos, cujo tema é São Paulo de antigamente, pioneiro também de ter diariamente em sua porta um Fordinho restaurado e original 1.929, todo pessoal de atendimento com os trajes da época de 30 e 40, todo o cardápio e o cenário dedicado aos nomes que fizeram a sua ode para esta cidade de São Paulo, como Mário e Osvald de Andrade, Adoniran, Paulo Vanzolini. A música ao vivo lembra um pouco a boemia dos homens que cantaram a cidade.
...
Enfim, vale a pena conhecer.